Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.
Visto que muitos medicamentos são excretados no leite materno, e devido ao risco potencial de reações adversas
sérias no lactente, seu médico decidirá entre interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento com
PLAVIX.
Estudos realizados em ratos demonstraram que o clopidogrel e/ou os seus metabólitos são excretados no leite. Não
se sabe se este medicamento é excretado no leite humano.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite
humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar
alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Medicamentos associados com o risco de hemorragia (sangramento): existe um risco aumentado de
hemorragia devido ao efeito potencial aditivo. A administração concomitante de medicamentos associados ao risco
de hemorragia deve ser feita com precaução.
Trombolíticos (medicamentos usados para inibir a coagulação sanguínea): a segurança do uso em associação de
clopidogrel, trombolíticos e heparina foi estudada em pacientes com IAM. A incidência de hemorragias
clinicamente significativas foi similar àquela observada quando foram administrados trombolíticos associados com
heparina e AAS (ácido acetilsalicílico).
Inibidores da glicoproteína IIb/IIIa (medicamentos usados para inibir a coagulação sanguínea): como há a
possibilidade de interação entre clopidogrel e os inibidores da glicoproteína IIb/IIIa, a utilização em associação
desses dois produtos deve ser feita com cautela.
Anticoagulantes injetáveis (como por exemplo, a heparina): como há uma possibilidade de interação entre o
clopidogrel e a heparina, o uso concomitante necessita ser feito com cuidado.
Anticoagulante oral: devido ao risco aumentado de sangramento o uso em associação de varfarina e clopidogrel
necessita ser avaliado com cautela.
Ácido acetilsalicílico (AAS): devido a uma possível interação entre o clopidogrel e o AAS, o uso em associação
desses dois produtos deve ser feito com cautela. Entretanto a associação de clopidogrel e AAS (75 – 325 mg uma
vez ao dia) tem sido feita por até um ano.
Anti-inflamatórios não esteroidais - AINEs (medicamentos que tratam as inflamações): o uso de AINEs e
clopidogrel em associação deve ser feito com cautela.
Inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs): como estes medicamentos afetam a ativação
plaquetária e aumentam o risco de sangramento, a administração concomitante de clopidogrel com os inibidores
seletivos da recaptação de serotonina deve ser realizada com cautela.
Como o clopidogrel é parcialmente metabolizado em seu metabólito ativo pelo CYP2C19, com o uso de drogas
que induzem a atividade dessa enzima espera-se que resulte em níveis aumentados do metabólito ativo do
clopidogrel.
A rifampicina induz fortemente o CYP2C19, resultando em um nível aumentado do metabólito ativo do
clopidogrel e na inibição plaquetária, que em particular podem potencializar o risco de sangramento. Como
precaução, o uso concomitante de fortes indutores do CYP2C19 deve ser desencorajado (vide Advertências e
Precauções).
Inibidores do CYP2C19
Uma vez que clopidogrel produz um metabólito ativo através da enzima CYP2C19 (enzima do fígado), seria
esperado que o uso de medicamentos que inibem a atividade desta enzima resulte na diminuição do nível do
metabólito ativo de clopidogrel. O uso concomitante de inibidores fortes ou moderados da enzima CYP2C19 (por
exemplo, omeprazol e esomeprazol) é desaconselhado. Caso um inibidor de bomba de próton seja usado
concomitantemente ao clopidogrel, considerar o uso de um com menos atividade inibidora da CYP2C19, como o
pantoprazol.
Em dois estudos realizados, clopidogrel (dose padrão) foi usado em associação com omeprazol 80mg. Em um
destes estudos os dois fármacos foram administrados no mesmo horário e no segundo estudo, com diferença de 12
horas. Estes estudos demonstraram resultados similares onde houve a diminuição tanto no nível do metabólito
ativo do clopidogrel quanto na inibição da agregação plaquetária.
Em outro estudo que analisou o uso concomitante de clopidogrel (dose padrão) e pantoprazol 80mg, observou-se
também a diminuição tanto no nível do metabólito ativo do clopidogrel quanto na inibição da agregação
plaquetária, porém, com índices menores que os observados com o omeprazol.
Outros estudos clínicos foram conduzidos demonstrando o uso do clopidogrel com outras medicações, de modo a
investigar as possíveis interações. Não foram observadas interações clinicamente importantes quando o
clopidogrel foi usado em associação com o atenolol ou com a nifedipina ou ainda o clopidogrel usado junto com
o atenolol e a nifedipina. Além disso, a atividade de clopidogrel não foi influenciada pela administração em
conjunto com fenobarbital ou estrogênio.
As farmacocinéticas da digoxina ou da teofilina não foram alteradas pela administração concomitante de
clopidogrel. Os antiácidos não alteraram a absorção do clopidogrel.
A coadministração de clopidogrel e varfarina aumenta o risco de sangramento devido aos efeitos independentes
na homeostase. No entanto, em altas concentrações in vitro, clopidogrel inibe a CYP2C9. É improvável que
clopidogrel possa interferir com o metabolismo de medicamentos como a fenitoína, tolbutamida e AINE que são
metabolizados pelo citocromo P-450 2C9 (enzimas do fígado).
Outros medicamentos e produtos:
Opioides: enquanto estiver em tratamento com clopidogrel, você deve informar o seu médico antes da prescrição
de qualquer tratamento com opioides.
Medicamentos que podem aumentar o risco de sangramento, como: rifampicina (usada para tratar infecções
graves) e outros agentes antiplaquetários.
Medicamentos substratos do CYP2C8 (enzima do fígado): o clopidogrel mostrou aumentar a exposição da
repaglinida em voluntários saudáveis. Estudos in vitro mostram que o aumento na exposição da repaglinida é
devido à inibição do CYP2C8 pelo metabólito de clopidogrel. Devido ao risco de concentrações plasmáticas
aumentadas, a administração concomitante de clopidogrel e medicamentos eliminados principalmente pelo
metabolismo CYP2C8 (por exemplo, repaglinida, paclitaxel) deve ser feita com cautela.
Além dos estudos de interação específicos anteriormente mencionados, os pacientes admitidos nos estudos clínicos
amplos (CAPRIE e CURE) receberam uma variedade de medicações concomitantes, incluindo diuréticos
(medicamentos que provocam o aumento na eliminação de urina), betabloqueadores (medicamentos que agem no
sistema cardiovascular), inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA) (medicamentos usados no
tratamento da pressão alta), antagonistas do cálcio (medicamentos utilizados no tratamento de algumas doenças
do coração e da pressão alta), agentes redutores do colesterol, vasodilatadores coronarianos (medicamentos que
causam a dilatação dos vasos do coração), agentes antidiabéticos (incluindo insulina), agentes antiepiléticos (que
tratam a epilepsia), antagonistas GPIIb/IIIa (medicamentos usados no IM) e terapia de reposição hormonal, sem
evidência de interações adversas clinicamente significativas.
Rosuvastatina: Foi demonstrado que o clopidogrel aumenta a exposição à rosuvastatina em 2 vezes (AUC) e 1,3
vezes (Cmax) em pacientes, após a administração de uma dose de 300 mg de clopidogrel, e em 1,4 vezes (AUC)
sem efeito na Cmax após a administração repetida de uma dose de 75 mg de clopidogrel.
Informe ao seu médico se você faz uso do medicamento rosuvastatina (usada para diminuir o seu nível de
colesterol).
Interação em exames laboratoriais e não laboratoriais
Foram detectadas alterações nos testes de função hepática e aumento da creatinina sanguínea.
Interação com alimentos
PLAVIX pode ser tomado junto às refeições ou fora delas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
PLAVIX deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento
Comprimido revestido circular rosa, ligeiramente biconvexo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral. PLAVIX pode ser administrado antes, durante ou após
as refeições.
Nas situações de IM e AVC isquêmico recentes ou doença arterial periférica estabelecida, a dose recomendada de
PLAVIX é de 75 mg em dose única diária.
Síndrome Coronária Aguda
Para pacientes com SCA sem elevação do segmento ST (angina instável ou IM sem presença de onda Q (tipo de
alteração no eletrocardiograma)), PLAVIX deve ser iniciado com dose de ataque de 300 mg e mantido com uma
dose única diária de 75 mg. O AAS (75 a 325 mg em dose única diária) deve ser iniciado e continuado em
combinação com PLAVIX.
Para pacientes com IM com elevação do segmento ST (tipo de alteração no eletrocardiograma), a dose
recomendada de PLAVIX é de 75 mg em dose única diária, administrada em associação com AAS, com ou sem
trombolítico (medicamentos utilizados para reduzir a coagulação sanguínea). PLAVIX deve ser iniciado com ou
sem dose de ataque. PLAVIX pode ser administrado com ou sem alimentos.
Pacientes com fibrilação atrial
É recomendado o uso por via oral de 1 comprimido de PLAVIX 75 mg ao dia. O AAS (75 a 100 mg ao dia) deve
ser usado junto com o PLAVIX, desde o início e por todo o período de tratamento Não há estudos dos efeitos de PLAVIX administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para
garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral conforme recomendado pelo
médico.
Populações especiais
Farmacogenética: pacientes que apresentam um estado de metabolizador lento da enzima CYP2C19 (enzima
localizada no fígado) apresentam uma diminuição da resposta antiplaquetária do clopidogrel. Uma posologia maior
para estes pacientes aumenta a resposta antiplaquetária. O uso de doses maiores de clopidogrel deve ser
considerado, porém a posologia apropriada para esta população de pacientes não foi estabelecida em ensaios
clínicos.
Pacientes idosos: nenhum ajuste na dosagem se faz necessário para os pacientes idosos.
Pacientes com insuficiência nos rins e no fígado: nenhum ajuste na dosagem se faz necessário.
Pacientes pediátricos: a segurança e a eficácia não foram estabelecidas na população pediátrica.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do
horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.
Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A seguinte taxa de frequência para as reações adversas é utilizada, quando aplicável:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); reação comum
(ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1%
dos pacientes que utilizam este medicamento); reação rara (ocorre entre 0,01% e < 0,1% dos pacientes que utilizam
este medicamento); reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);
desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis).
Sistema Nervoso Central e Periférico:
- Incomum: dor de cabeça, tontura, parestesia (sensação de formigamento e entorpecimento);
- Rara: tontura.
Gastrintestinais (estômago e intestino):
- Comum: indigestão, dor abdominal e diarreia;
- Incomum: enjoo, gastrite (inflamação no estômago), flatulência (excesso de gás no estômago ou
intestino), prisão de ventre, vômito, úlcera gástrica (lesão no estômago), úlcera duodenal (lesão em uma
parte do intestino chamada duodeno).
Plaquetas, sangramento e distúrbios da coagulação:
- Incomum: aumento do tempo de sangramento, decréscimo do número de plaquetas (fragmentos de células
presentes no sangue, cuja função é a formação de coágulos)
Pele e anexos:
- Incomum: erupção na pele e coceira.
Glóbulos brancos e sistema retículo endotelial:
- Incomum: leucopenia (redução do número de glóbulos brancos no sangue), diminuição de neutrófilos
(uma classe de células sanguíneas brancas) e eosinofilia (situação na qual a percentagem de eosinófilos,
um tipo de célula sanguínea branca, está aumentada).
Reações adversas após o início da comercialização:
- As frequências para as seguintes reações adversas são desconhecidas (não podem ser estimadas pelos
dados disponíveis).
Sangue e sistema linfático:
- Casos graves de sangramentos principalmente na pele, sistema músculo esquelético, olhos (conjuntiva,
ocular e retina), e sangramento do trato respiratório, sangramento nasal, sangue na urina, e hemorragia
de ferida operatória, casos de sangramentos com resultados fatais [especialmente hemorragias
intracranianas (sangramento dentro da cabeça), gastrintestinais (no estômago e intestino) e
retroperitoneais (região posterior do peritônio que é uma camada de tecido que reveste a cavidade
abdominal e cobre a maioria das vísceras)], agranulocitose (falta ou redução acentuada de glóbulos
brancos), anemia aplástica/pancitopenia (diminuição global de células no sangue), púrpura
trombocitopênica trombótica (PTT) (distúrbio sanguíneo grave caracterizado pela doença dos pequenos
vasos, ou seja, os capilares, e aumento da agregação das plaquetas), hemofilia A adquirida (distúrbio na
coagulação do sangue).
Distúrbios cardíacos:
- Síndrome de Kounis (angina alérgica vasoespástica/infarto do miocárdio alérgico) no contexto de uma
reação de hipersensibilidade pelo clopidogrel (dor torácica anginosa durante reações de alergia).
Sistema imunológico (de defesa):
- Reação anafilática (reação alérgica), doença do soro (reação alérgica tardia com urticária, febre, mal-estar
secundária a medicamentos ou antissoro);
- Reação cruzada de hipersensibilidade à droga entre tienopiridinas (como ticlopidina, prasugrel) (vide “O
que devo saber antes de usar este medicamento?”);
- Síndrome auto-imune da insulina, que pode levar a hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no
sangue) grave, particularmente em pacientes com subtipo HLA DRA4 (mais frequente na população
japonesa).
Alterações psiquiátricas:
Sistema nervoso:
- Alteração no paladar, ageusia (perda do paladar).
Sistema vascular:
- Inflamação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa.
Distúrbios respiratórios, torácicos e no mediastino:
- Broncoespasmo (contração dos brônquios e bronquíolos), pneumonia intersticial (doença que afeta o
pulmão), pneumonia eosinofílica [acúmulo de eosinófilos no pulmão (tipo de glóbulo branco)].
Distúrbios gastrintestinais (do estômago e intestino):
- Colite (inflamação do colo, parte do intestino) (incluindo ulcerativa ou colite linfocítica), pancreatite
(inflamação do pâncreas), estomatite (inflamação na boca).
Distúrbios hepatobiliares:
- Hepatite (inflamação no fígado) (não infecciosa), insuficiência hepática (redução grave da função do
fígado) aguda.
Pele e tecido subcutâneo:
- Erupção maculopapular, eritematosa ou esfoliativa, urticária, coceira, angioedema (inchaço na pele),
dermatite bolhosa [eritema (vermelhidão) multiforme, síndrome de Stevens Johnson (forma grave de
erupção bolhosa), necrólise epidérmica tóxica (doença onde grandes extensões da pele ficam vermelhas
e morrem), pustulose exantemática generalizada aguda - PEGA (caracteriza-se por quadro febril
associado ao aparecimento súbito de lesões avermelhadas com edema)], síndrome de hipersensibilidade
medicamentosa, erupção cutânea medicamentosa com aumento de eosinófilos (tipo de glóbulo branco) e
sintomas gerais, eczema (doença inflamatória da pele), líquen planus (doença da pele e membranas
mucosas que causa coceira e inflamação).
Aparelho musculoesquelético, tecido conectivo e medula óssea:
- Dor nas juntas, inflamação nas juntas, inflamação dos músculos.
Distúrbios urinário e renal:
- Glomerulopatia (doença que acomete o glomérulo, principal estrutura do rim responsável pela filtração
do sangue).
Sistema Reprodutivo e distúrbios da mama:
- Ginecomastia (aumento das mamas em homens).
Alterações gerais e condições no local da administração:
Investigações:
- Teste de função do fígado anormal e aumento da creatinina sanguínea (teste que avalia a função renal).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
A superdosagem com clopidogrel pode levar a um aumento do tempo de sangramento e subsequentes complicações
neste sentido. Terapia apropriada precisa ser considerada se sangramento for observado. Não foi encontrado
nenhum antídoto (substância que inativa) para a atividade farmacológica de PLAVIX. Se for necessária a correção
imediata do prolongamento do tempo de sangramento, a transfusão de plaquetas pode reverter os efeitos deste
medicamento.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO