Sacola Sacola de compras (0)
Seu carrinho está vazio Navegue agora pelas categorias de nossa loja e escolha os produtos desejados para adicionar em seu carrinho de compras

COD. 74349

Vfend 200mg 14 cp rev (Voriconazol)

Vfend® (voriconazol) é indicado para o tratamento de infecções fúngicas graves e invasivas, como aspergilose, candidemia, candidíase esofágica e infecções por Scedosporium ou Fusarium, em pacientes com risco de vida.

Em estoque e envio imediato!

R$ 9.481,40

R$ 8.668,71

com desconto no Boleto ou PIX

ou em até 12x de R$ 778,83 com juros

Quantidade:

Na compra deste produto, ganhe 45.150 moedas!

Calcule o Frete Não sei o CEP

Vfend®

voriconazol

I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Nome comercial: Vfend®

Nome genérico: voriconazol

APRESENTAÇÕES

Vfend® 200 mg em embalagens contendo 14 comprimidos revestidos.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS DE IDADE

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de Vfend® contém o equivalente a 200 mg de voriconazol.

Excipientes: lactose monoidratada, amido pré-gelatinizado, croscarmelose sódica, povidona, estearato de

magnésio e Opadry® branco (hipromelose, dióxido de titânio, lactose monoidratada, triacetato de glicerol)

II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Vfend® (voriconazol) é indicado para o tratamento de aspergilose invasiva (infecção produzida por um fungo da

espécie Aspergillus), infecções invasivas graves causadas por Candida, incluindo candidemia (presença de

fungos da espécie Candida no sangue) e candidíase esofágica (infecção do esôfago por fungos da espécie

Candida, inclusive por C. krusei) e por Scedosporium spp. e Fusarium spp. (outras espécies de fungos). Vfend®

deve ser administrado principalmente a pacientes com infecções progressivas e com risco de vida.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Vfend® é um medicamento antifúngico (medicação que combate fungos) usado para tratar uma ampla variedade

de infecções fúngicas (por fungos). Vfend® age eliminando ou interrompendo o crescimento desses fungos

causadores das infecções. O mecanismo de ação do voriconazol se dá através da inibição de um processo dentro

da célula do fungo na formação do ergosterol, um componente da membrana celular dos fungos.

O início de ação do Vfend® é 1-2 horas após a dose.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Vfend® é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade (reação alérgica grave) conhecida ao voriconazol

ou a qualquer componente da fórmula.

Informe ao seu médico se você já teve alguma reação alérgica a outros azólicos (medicamentos antifúngicos

como fluconazol, itraconazol entre outros).

É também contraindicada a coadministração de Vfend® com os medicamentos que contenham terfenadina,

astemizol, cisaprida, pimozida, lurasidona, quinidina, ivabradina, alcaloides do ergot (incluindo mas não

limitado a: ergotamina, diidroergotamina), imunossupressores (sirolimo, everolimo, ciclosporina e tacrolimo),

naloxegol, tolvaptana, finerenona, eplerenona, voclosporina, venetoclax, rifabutina, rifampicina, carbamazepina,

barbitúricos de longa ação (incluindo mas não limitado a: fenobarbital, mefobarbital), erva de São João,

efavirenz, ritonavir, fluconazol, fenitoína, anticoagulantes (varfarina, e outras cumarinas orais, incluindo mas

não limitado a: femprocumona, acenocumariol), ivacaftor, opioides de ação longa (oxicodona), metadona, antiinflamatórios

não esteroidais (ibuprofeno e diclofenaco), omeprazol, contraceptivos orais

(noretisterona/etinilestradiol), opioides de ação curta (alfentanila e fentanila), estatinas (ex: lovastatina),

sulfonilureias (incluindo mas não limitado a: tolbutamida, glipizida, gliburida), alcaloides de vinca (incluindo

mas não limitado a: vincristina e vinblastina), outros inibidores da protease do HIV (incluindo mas não limitado

a:saquinavir, amprenavir e nelfinavir), outros inibidores não nucleosídicos da transcriptase reversa (incluindo

mas não limitado a: delavirdina, nevirapina), cimetidina, digoxina, indinavir, antibióticos macrolídeos

(erotromicina e azitromicina), ácido micofenólico, corticosteroides (prednisolna), ranitidina.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos de idade.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois não se sabe se é

excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista

deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Outros medicamentos podem interferir no efeito de Vfend® ou vice-versa; portanto, informe ao seu médico

sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Informe ao seu médico caso você esteja usando medicamentos contendo ciclosporina, oxicodona, fentanila e

tacrolimo, pois a dose desses medicamentos deve ser ajustada antes, durante e após o tratamento com Vfend®.

O uso de Vfend® com metadona pode causar problemas no ritmo cardíaco, por isso a redução da dose de

metadona pode ser necessária.

Pode ser necessária redução da dose dos opioides de ação curta (ex: alfentanila, sufetanila e fentanila), quando

estes forem utilizados concomitantemente ao Vfend®.

O uso de Vfend® com fenitoína deve ser evitado, a menos que o benefício ao paciente supere o risco.

É necessário o ajuste de dose tanto de Vfend® como de efavirenz quando estas duas medicações forem utilizadas

concomitantemente.

É esperado que a coadministração de Vfend® com glasdegibe aumente as concentrações plasmáticas de

glasdegibe e aumente o risco de prolongamento do intervalo QTc (atividade de despolarização e repolarização

dos ventrículos, que são câmaras do coração). Se o uso de glasdegibe não puder ser evitado, é recomendado o

monitoramento frequente de ECG (eletrocardiograma).

É esperado que a coadministração de Vfend® com inibidores da tirosina quinase metabolizados pelo CYP3A4

aumentem as concentrações plasmáticas dos inibidores da tirosina quinase e o risco de reações adversas. Se a

utilização concomitante não puder ser evitada, recomenda-se a redução da dose do inibidor da tirosina quinase e

acompanhamento clínico próximo.

É possível que o voriconazol possa aumentar as concentrações plasmáticas dos inibidores da tirosina quinase

(incluindo mas não limitado a: axitinibe, bosutinibe, cabozantinibe, ceritinibe, cobimetinibe, dabrafenibe,

dasatinibe, nilotinibe, sunitinibe, ibrutinibe, ribociclibe). Se o uso concomitante não puder ser evitado, é

recomendada a redução da dose do inibidor da tirosina quinase e acompanhamento clínico próximo.

É provável que o voriconazol aumente as concentrações plasmáticas e o efeito sedativo da eszopiclona.

Recomenda-se a redução da dose de eszopiclona.

O voriconazol pode aumentar as concentrações de tretinoína e aumentar o risco de reações adversas

(pseudotumor cerebral, hipercalcemia). É recomendado o ajuste da dose de tretinoína durante o tratamento com

voriconazol e após sua interrupção.

Recomenda-se monitoração cuidadosa do tempo de protrombina (exame de coagulação), quando a varfarina e o

voriconazol forem coadministrados.

No uso com anticoagulantes orais os pacientes recebendo derivados cumarínicos (ex. femprocumona,

acenocumarol) que forem tratados simultaneamente com Vfend®, o tempo de protrombina (tempo de coagulação

do sangue) deve ser monitorado em curtos intervalos de tempo e o regime posológico dos anticoagulantes deve

ser ajustado apropriadamente.

Recomenda-se cuidadosa monitoração da glicose sanguínea (taxa de açúcar no sangue) durante a

coadministração de Vfend® e sulfonilureias (ex. tolbutamida, glipizida, gliburida).

Recomenda-se considerar a redução da dose da estatina (ex. lovastatina) se a coadministração de Vfend® e

estatinas não puder ser evitada.

Recomenda-se ajuste da dose dos benzodiazepínicos (incluindo, mas não limitado a: midazolam, triazolam e

alprazolam), caso sejam considerados durante a coadministração com Vfend®.

Se a administração concomitante de voriconazol com letermovir não puder ser evitada, a perda de eficácia do

voriconazol deve ser monitorada.

Embora não estudada, a flucloxacilina demonstrou diminuir significativamente as concentrações plasmáticas de

voriconazol. Se a administração concomitante de voriconazol com flucloxacilina não puder ser evitada, deve-se

monitorar a potencial perda de eficácia do voriconazol.

Embora não estudado, é provável que o voriconazol aumente as concentrações plasmáticas de lemborexante. O

uso concomitante de voriconazol e lemborexante deve ser evitado.

Recomenda-se ajuste de dose de alcaloides da vinca (ex. vincristina e vinblastina) seja considerado na

coadministração com Vfend®.

Recomenda-se frequentemente monitoramento de eventos adversos e toxicidade relacionada aos AINES (antiinflamatório

não esteroidais (ex. ibuprofeno e diclofenaco). O ajuste de dose do AINE pode ser necessário.

Quando o tratamento com Vfend® for iniciado em pacientes que já estejam recebendo omeprazol, recomenda-se

que a dose de omeprazol seja reduzida à metade. O metabolismo de outros inibidores da bomba protônica

(espécie de protetor gástrico), também pode ser inibido pelo Vfend®.

Avise seu médico caso esteja em tratamento com medicamentos para o HIV (remédios que fazem parte do

esquema de tratamento para HIV, como lopinavir, ritonavir, darunavir, saquinavir, atazanavir, efavirenz,

nevirapina e etravirina). Você deverá ser cuidadosamente monitorado por seu médico durante o tratamento com

Vfend® e remédios para tratamento do HIV em relação à toxicidade ou falta de eficácia do tratamento.

Há probabilidade de Vfend® aumentar significativamente as concentrações plasmáticas de venetoclax. A

administração concomitante de Vfend® é contraindicada no início e durante a fase de titulação da dose de

venetoclax. A redução da dose de venetoclax é necessária durante a dosagem diária constante, e recomenda-se

um monitoramento cuidadoso dos sinais de toxicidade.

Vfend® pode causar alterações transitórias e reversíveis na visão, incluindo visão embaçada, alteração ou

aumento da percepção visual e/ou aumento da sensibilidade à luz. Devem-se evitar tarefas potencialmente

perigosas, tais como dirigir ou operar máquinas, enquanto estes sintomas estiverem presentes. Não dirija à noite

durante o tratamento com Vfend®.

Uma vez que Vfend® foi associado a reações de fotossensibilidade cutânea (sensibilidade exagerada da pele à

luz), deve-se evitar exposição à luz solar durante o tratamento. Foi observado um risco aumentado de toxicidade

cutânea com o uso concomitante de metotrexato, um medicamento associado à reativação ultravioleta (UV).

Existe a possibilidade de este risco ser observado com outros medicamentos associados à reativação UV. Em

pacientes com reações cutâneas devido à fotossensibilidade (pele com sensibilidade exagerada à luz) e fatores de

risco adicionais, carcinoma de pele de células escamosas (incluindo carcinoma de pele de células escamosas

cutâneo in situ ou doença de Bowen) e melanoma foram relatados durante terapias de longo prazo. Caso ocorram

reações fototóxicas (reações de pele relacionadas à exposição à luz), deve-se buscar aconselhamento

multidisciplinar e o paciente deve ser encaminhado a um dermatologista. A descontinuação de Vfend® deve ser

considerada. Avaliações dermatológicas devem ser realizadas de forma sistemática e regular sempre que Vfend®

for continuado apesar da ocorrência de lesões relacionadas à fototoxicidade, de forma a permitir a detecção

antecipada e o gerenciamento de lesões pré-malignas. A frequência das reações de fototoxicidade é mais alta na

população pediátrica. Uma vez que uma evolução para um carcinoma de pele de células escamosas foi relatada,

medidas rigorosas de fotoproteção são justificadas para essa população de pacientes. Em crianças com lesões de

fotoenvelhecimento, como lentigo ou nevus, recomenda-se evitar exposição ao sol e acompanhamento

dermatológico mesmo após a descontinuação do tratamento.

Distúrbios de eletrólitos (alta ou queda dos elementos sanguíneos que regulam o corpo), como hipocalemia

(baixo nível de potássio no sangue), hipomagnesemia (redução da concentração de magnésio no sangue) e

hipocalcemia (baixo nível de cálcio no sangue), devem ser monitorados e corrigidos, se necessário, antes do

início e durante a terapia com Vfend®.

Pacientes que estejam recebendo Vfend® devem ser cuidadosamente monitorados quanto à toxicidade hepática

(alteração da função do fígado). O acompanhamento clínico deve incluir avaliação laboratorial da função

hepática (especificamente AST e ALT-TGO/TGP) durante o tratamento com Vfend®.

Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito

e exames laboratoriais periódicos para controle.

Foram relatados casos reversíveis de insuficiência adrenal em pacientes recebendo azóis, inclusive Vfend®. Foi

relatada insuficiência adrenal em pacientes recebendo azóis com ou sem corticosteroides concomitantes. A

síndrome de Cushing com e sem insuficiência adrenal subsequente também foi relatada em pacientes recebendo

Vfend® concomitantemente com corticosteroides.

Os pacientes em tratamento a longo prazo com Vfend® devem ser cuidadosamente monitorados quanto à

disfunção do córtex adrenal durante o tratamento, e quando Vfend® é descontinuado. Os pacientes devem ser

instruídos a procurar atendimento médico imediato se desenvolverem sinais e sintomas da síndrome de Cushing

ou insuficiência adrenal.

Vfend® não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que o benefício para a mãe supere claramente o risco

potencial para o feto. As mulheres com potencial para engravidar devem sempre utilizar um método

contraceptivo (para evitar gravidez) eficaz durante o tratamento.

A amamentação deve ser interrompida ao iniciar o tratamento com Vfend®.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe

imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Atenção: contém 253,675 mg de lactose monoidratada por comprimido revestido.

Atenção: contém lactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção

de glicose-galactose.

Atenção: contém o corante dióxido de titânio que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

Atenção, portadores de Doença Celíaca ou Síndrome Celíaca: contém glúten.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Vfend® comprimidos revestidos deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da

luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe

alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características do produto:

Vfend® 200 mg: comprimido revestido branco a esbranquiçado, em forma de cápsula, com marcação em baixo

relevo apropriada.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Vfend® comprimidos revestidos devem ser administrados pelo menos uma hora antes ou uma hora após a

refeição.

Uso em Adultos

Aspergilose invasiva; Infecções invasivas graves por Candida, inclusive candidemia; Candidíase esofágica e;

Scedosporioses e Fusarioses.

A terapia com Vfend® deve ser iniciada com o regime de dose de ataque intravenoso, para se obter no Dia 1,

concentrações plasmáticas adequadas. O tratamento intravenoso deve continuar por pelo menos 7 dias antes da

troca para terapia oral. A partir da melhora clínica do indivíduo e possibilidade a tolerância da medicação por

boca, o comprimido oral pode ser utilizado. Devido à alta biodisponibilidade oral (96%), a troca entre a

administração intravenosa e a oral é adequada, quando indicada clinicamente.

Dose de Manutenção

Pacientes com 40 kg ou mais: 200 mg a cada 12 horas

Pacientes com menos de 40 kg: 100 mg a cada 12 horas

Ajuste de dose para uso concomitante com algumas medicações ou devido à resposta do paciente pode ser

necessário. A avaliação destes ajustes será feita pelo seu médico.

Uso em Pacientes Idosos: Não é necessário ajuste da dose em pacientes idosos.

Uso em Pacientes com Insuficiência Renal (falência da função dos rins): Não é necessário ajustar a dose oral

em pacientes com insuficiência renal de grau leve a grave.

Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática (falência da função do fígado): Não é necessário ajuste de dose

em pacientes com comprometimento hepático (do fígado) agudo. Para pacientes com cirrose hepática (processo

que leva à destruição gradual das células do fígado) de grau leve a moderado (classe A e B de Child-Pugh), em

tratamento com Vfend®, recomenda-se o uso dos regimes de dose de ataque padrão, mas somente metade da

dose de manutenção. Vfend® não foi estudado em pacientes com cirrose hepática crônica grave (classe C de

Child-Pugh). Vfend® deve apenas ser utilizado em pacientes com insuficiência hepática grave somente quando o

benefício superar o risco potencial. Os pacientes com insuficiência hepática grave devem ser cuidadosamente

monitorados quanto à toxicidade do fármaco.

Uso em Crianças: Vfend® não é recomendado para crianças com menos de 2 anos de idade. Dose recomendada

em pacientes pediátricos de 2 a < 12 anos: 9 mg/kg, com dose máxima de 350mg, a cada 12 horas (baseada na

análise farmacocinética da população de 112 pacientes imunocomprometidos com idade entre 2 a < 12 anos) e

26 adolescentes imunocomprometidos 12-17 anos. Não se recomenda dose de ataque oral em pacientes

pediátricos.

Adolescentes (12 a 16 anos de idade): devem seguir o regime posológico indicado para os adultos.

Não foi estudado o uso de Vfend® em pacientes pediátricos com idade de 2 a < 12 anos com insuficiência renal

e hepática (vide questão 8. Quais os males que este medicamento pode me causar?).

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você esqueça de tomar Vfend® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar.

Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima,

continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o

medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.

O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas listadas a seguir são apresentadas por categorias de frequência.

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): edema periférico

(inchaço), dor de cabeça, distúrbio visual, diarreia, vômitos, náusea, teste de função hepática anormal, rash

(erupção cutânea), pirexia (febre).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sinusite (infecção dos

seios da face), agranulocitose (inclui neutropenia febril e neutropenia (ausência de células de defesa: neutrófilos,

basófilos e eosinófilos)), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), trombocitopenia (inclui púrpura trombocitopênica imune (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas)), leucopenia

(redução de células de defesa no sangue), anemia (diminuição da quantidade de células vermelhas do sangue),

hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), hipocalemia (diminuição do potássio no sangue), hiponatremia

(redução da concentração de sódio no sangue), hipercalemia (quantidade de potássio aumentada no sangue),

depressão, alucinação, ansiedade, insônia, agitação, estado de confusão, síncope (desmaio), tremor, hipertonia

(inclui rigidez de nuca e tétano (aumento da contração muscular)), parestesia (dormência e formigamento),

sonolência, tontura, hemorragia (sangramento) da retina (fundo do olho), arritmia supraventricular, taquicardia

(aceleração dos batimentos cardíacos), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), hipotensão (pressão

baixa), flebite (inflamação da veia), síndrome do desconforto respiratório agudo (acúmulo de líquido nos

pulmões, provocando o enrijecimento pulmonar e falta de ar intensa), edema pulmonar (acúmulo de líquidos nos

pulmões), queilite (inflamação nos lábios), dispepsia (má digestão), dor abdominal, constipação (prisão de

ventre), gengivite (inflamação da gengiva), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de

pigmentos biliares), icterícia colestática (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos

biliares, devido a obstrução), dermatite esfoliativa (descamação da pele), alopecia (perda de cabelo), púrpura

(manchas causadas por extravasamento de sangue na pele), rash maculopapular (formação de manchas

vermelhas e sobrelevadas na pele), prurido (coceira), dor nas costas, insuficiência renal aguda (diminuição aguda

da função dos rins), hematúria (sangue na urina), dor no peito, edema (inchaço) de face (inclui edema periorbital,

edema de lábios e edema de boca), astenia (cansaço), calafrios, creatinina sanguínea elevada.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): colite

pseudomembranosa (infecção do intestino grosso causada pela bactéria Clostridium difficile), insuficiência de

medula óssea (diminuição da função da medula óssea), linfadenopatia (ínguas), eosinofilia (aumento do número

de um tipo de célula de defesa do sangue chamado eosinófilo), hipersensibilidade (reação alérgica), insuficiência

adrenal, hipotireoidismo (diminuição da função da tireoide), edema cerebral (inchaço do cérebro), encefalopatia

(inclui encefalopatia hipóxico-isquêmica e encefalopatia metabólica (conjunto de sintomas incapacitantes

permanentes, resultantes de danos a áreas do cérebro)), distúrbio extrapiramidal (inclui acatisia e parkinsonismo

(distúrbios do equilíbrio, distúrbios da movimentação, aumento do tônus muscular)), neuropatia periférica (lesão

de um nervo periférico), ataxia (dificuldade em coordenar os movimentos), hipoestesia (diminuição da

sensibilidade), disgeusia (alteração do paladar), papiledema (inchaço da papila, estrutura do fundo do olho), crise

oculogírica (quando os olhos são forçadamente desviados para cima), diplopia (visão dupla), esclerite

(inflamação da esclera – parte branca do olho), blefarite (inflamação da pálpebra), hipoacusia (diminuição da

audição), vertigem, zumbido, fibrilação ventricular, extrassístole ventricular, taquicardia ventricular,

prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma, taquicardia supraventricular, tromboflebite (formação de

um coágulo dentro de uma veia inflamada), linfangite, peritonite (inflamação do peritônio, camada que recobre

os órgãos abdominais), pancreatite (inflamação do pâncreas), língua inchada, duodenite (inflamação do

duodeno), gastroenterite (inflamação do estômago e intestino delgado), glossite (inflamação da língua),

insuficiência hepática (falência da função do fígado), hepatite [inclui lesão hepática induzida por medicamentos,

hepatite tóxica, lesão hepatocelular e hepatotoxicidade (inflamação do fígado)], hepatomegalia (aumento do

tamanho do fígado), colecistite (inflamação da vesícula biliar), colelitíase (formação de pedras na vesícula),

síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), reação de

fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz), urticária (alergia da pele), artrite, necrose tubular renal

(doença caracterizada pela degeneração de parte do rim), proteinúria (proteína aumentada na urina / eliminação

de proteínas pela urina), nefrite (inflamação dos rins), sintomas de gripe, ureia no sangue aumentada, colesterol

no sangue aumentado.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): coagulação (formação

de um coágulo dentro dos vasos sanguíneos) intravascular disseminada, reação anafilactoide (reação alérgica

grave), hipertireoidismo (aumento da função da tireoide), encefalopatia hepática, síndrome de Guillain-Barré

(doença caracterizada pela deterioração dos nervos periféricos), nistagmo (movimentação involuntária dos

olhos), atrofia óptica (alteração da função visual e palidez da papila), distúrbios do nervo óptico (neurite óptica

prolongada tem sido relatada pós-comercialização), opacidade da córnea (esbranquiçamento da membrana

transparente da frente do olho), Torsade de Pointes (arritmia cardíaca), bloqueio atrioventricular completo,

bloqueio de ramo (bloqueio das vias que estimulam o batimento do coração), ritmo nodal, necrólise epidérmica

tóxica (descamação grave da camada superior da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele

ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), pseudoporfiria (enfermidades de pele com rugosidade e

endurecimento tipo cicatriz parecendo um quadro de outra doença de pele conhecida como porfiria), eritema

multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo), psoríase (lesões avermelhadas e descamativas na pele), erupção medicamentosa, eczema (irritação na pele na qual ela fica vermelha, escamosa e

algumas vezes com rachaduras ou pequenas bolhas).

Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): carcinoma de células

escamosas (incluindo carcinoma de pele de células escamosas cutâneo in situ ou doença de Bowen), lúpus

eritematoso cutâneo, reação ao medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo

uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?

Não há antídoto conhecido para o voriconazol (princípio ativo de Vfend®). É recomendado que o tratamento da

superdose seja sintomático (para os sintomas) e de suporte (leva a redução dos efeitos adversos).

O voriconazol é hemodialisável com um clearance (clareamento da circulação sanguínea) de 121 mL/min. Em

caso de superdose, a hemodiálise pode contribuir na remoção do voriconazol do organismo.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a

embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais

orientações.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO

Perguntas e respostas

Está com alguma dúvida? Veja as perguntas mais frequentes e confira se sua dúvida já foi esclarecida para outros clientes.

Se preferir, pode usar nosso

Atendimento Online

Esse produto ainda não tem perguntas.

Utilize o formulário para fazer sua pergunta.

Sua dúvida ainda não foi respondida?

Conheça nossos benefícios

Desconto para parceiros

Descubra as vantagens dos programas parceiros que ajudam você a economizar, aproveitando benefícios exclusivos.

» Saiba mais
Desconto para parceiros

Assinatura Integralmed

Programe suas compras com antecedência e receba tudo em casa com frete grátis, facilitando seu dia a dia.

» Saiba mais
Assinatura Integralmed

Integralidade Conecta +

Participe do nosso programa de fidelidade e aproveite benefícios exclusivos e descontos especiais.

» Saiba mais
Integralidade Conecta +
Integralmed Integralmed

Assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades e promoções.

/

Há mais de 20 anos, a Integralmed dedica-se a garantir que Medicamentos Especiais e produtos para a saúde cheguem com rapidez e cuidado às pessoas que dependem deles, onde quer que estejam. Nosso site é confiável e oferece uma compra segura para sua tranquilidade.

Siga nas Redes Sociais:

    Unidade CNPJ Endereço Responsável Técnico Licença Sanitária / AFE
    Matriz RJ 06.256.565/0002-00 R. São João, 119 - Sala 202, Centro, Niterói, RJ - CEP 24020-042 Fabiane Pais Cunha de Oliveira - CRF/RJ 24890 200005646/2021 AFE: 7364729
    Filial ES 09.660.958/0004-26 Av. Carlos Lindenberg, 1940 - Sala 01 F, Nova América, Vila Velha, ES - CEP 29111-865 Mauro Ribeiro Júnior - CRF/ES 9721 115/2022 / AFE: 7877320
    Unidade Franqueada SP 48.588.155/0001-17 Av. Salgado Filho 252 - Sala 1308, Centro, Guarulhos, SP - CEP 07115-000 Mariana Santana da Silva - CRF/SP 87368 351880001-477-004566-1-6

    As informações apresentadas neste site não devem ser utilizadas para automedicação e não substituem, em hipótese alguma, as orientações de um profissional da área médica. Somente um médico pode diagnosticar problemas de saúde e indicar o tratamento correto. Caso os sintomas persistam, procure orientação médica. Os preços e promoções exibidos no site são válidos exclusivamente para compras realizadas online. Para mais informações consulte o site: www.anvisa.org.br . Preços e disponibilidade sujeitos a alterações no decorrer do dia. Antibióticos e antimicrobianos vendas apenas em lojas físicas ou televendas. Portaria nº 344 - 01/02/1999 - Ministério da Saúde. A Integralmed Comércio e Produtos LTDA disponibiliza tecnologias avançadas de proteção de dados para que você possa fazer suas compras com total segurança. A privacidade e a proteção das informações dos clientes são compromissos da Integralmed Comércio e Produtos LTDA. Todos os pedidos realizados estão sujeitos a confirmação e disponibilidade em nosso estoque.

    Copyright • Integralmed Comercio e Produtos LTDA - EPP | CNPJ: 06.256.565/0002-00 | Horário de atendimento: de Seg-Sex: 08h as 18h


    Desenvolvido por:

    Binden Digital

    Plataforma:

    Uappi